Um ERP conversável é um sistema de gestão que responde a perguntas feitas em linguagem simples. A Stratum AI leva essa conversa para o Odoo, e a equipe aprova cada ação.
Abrir menus, filtrar listas e montar relatórios ainda toma boa parte do dia de quem usa um ERP. Com a Stratum AI, a pessoa pergunta ao Odoo o que precisa saber. A resposta vem com os dados da própria empresa. Neste artigo, mostramos como isso funciona na prática, onde ajuda e o que precisa estar em ordem antes.
O texto é para o dono ou gestor de PME que já ouviu falar de inteligência artificial no ERP. Aqui, explicamos sem termos técnicos o que muda na rotina da equipe.
O que é um ERP conversável
Um ERP conversável é um sistema de gestão com o qual você conversa. Em vez de procurar a tela certa, você escreve a pergunta como faria para um colega. O sistema entende o pedido, busca a informação nos dados da empresa e responde em linguagem simples.
Isso não substitui o ERP. As vendas, o estoque, o financeiro e as compras continuam registrados no mesmo lugar. A conversa é só um jeito mais rápido de chegar ao que já está no sistema.
Para a PME, a diferença aparece em tarefas pequenas e frequentes. Saber se um pedido já saiu ou quanto resta de um item fica mais simples. Não é preciso conhecer cada menu do sistema.
O que é a Stratum AI
A Stratum AI é a camada de inteligência artificial da Deepstrat integrada ao Odoo. Ela permite operar o sistema por conversa, em linguagem natural. A resposta sai dos dados do próprio Odoo da empresa.
Ela não é um sistema à parte. A empresa continua usando o mesmo Odoo, com os mesmos dados e o mesmo histórico. A Stratum AI se apoia nesse sistema para responder e preparar o trabalho.
A Stratum AI entra como uma etapa do projeto de implantação. Os casos de uso são definidos por área, como comercial, vendas, operação de campo, financeiro, compras e pessoas. Depois de implantada, o uso é acompanhado de perto pela Deepstrat.
Como funciona no dia a dia
Na prática, cada área faz as perguntas que fazem parte da sua rotina. Alguns exemplos do tipo de pergunta que uma empresa pode fazer:
- O vendedor pergunta quais pedidos de um cliente ainda não foram entregues.
- O comprador quer saber quanto temos de um item e quando chegou a última compra.
- O financeiro pede a lista de contas a receber vencidas nesta semana.
- O gestor quer um resumo das oportunidades paradas há mais de quinze dias.
A resposta vem dos registros do Odoo, e não de uma planilha paralela. Se o dado está certo no sistema, a resposta também estará.
A conversa também pode adiantar o próximo passo. O sistema pode preparar um lembrete, um rascunho de mensagem ao cliente ou uma tarefa. Esse trabalho fica pronto para conferência, sem sair sozinho.
Por que conversar com o ERP agora
Os sistemas de gestão guardam cada vez mais informação. Vendas, estoque, compras, atendimento e financeiro ficam todos no mesmo lugar. O desafio deixou de ser registrar e passou a ser encontrar o dado certo na hora certa.
Na maioria das PMEs, poucas pessoas sabem tirar relatórios do sistema. Quando alguém precisa de uma informação, pede a essas pessoas e espera. Em dias corridos, a pergunta fica sem resposta ou é resolvida no chute.
A conversa encurta esse caminho. Quem precisa da informação pergunta direto ao sistema, no momento em que precisa. Quem antes montava relatórios ganha tempo para analisar e decidir.
Também muda a forma de treinar a equipe. Uma pessoa nova não precisa decorar todos os caminhos do sistema para começar a usar o que importa. Ela pergunta, vê a resposta e aprende onde cada informação fica no Odoo.
A equipe aprova cada ação
Este é o ponto mais importante de um ERP conversável bem implantado. A inteligência artificial prepara, e a pessoa decide.
Consultar uma informação é diferente de alterar um registro ou falar com um cliente. Por isso, qualquer ação que mude dados ou saia da empresa passa pela aprovação de alguém da equipe. A pessoa lê o que foi preparado, ajusta o que precisar e confirma.
Esse cuidado mantém a responsabilidade onde ela sempre esteve. Quem responde pelo pedido, pelo atendimento e pelo número continua sendo a equipe. A diferença é que ela gasta menos tempo procurando e montando, e mais tempo decidindo.
Cada pessoa vê só o que já podia ver
No Odoo, cada pessoa tem acesso às áreas e aos registros que fazem parte do seu trabalho. Na implantação, a regra é que a conversa respeite esses mesmos limites.
O vendedor continua vendo os dados de vendas que já via. O financeiro continua vendo o financeiro. Ninguém passa a enxergar pela conversa uma informação que não podia abrir na tela.
Por isso, revisar quem acessa o quê faz parte do projeto. Se as permissões estão bem definidas no Odoo, a conversa já nasce dentro dessas regras.
O que precisa estar em ordem antes
A conversa responde com base no que está registrado. Se o dado está desatualizado, a resposta também estará. Antes de ligar a Stratum AI, vale olhar três pontos:
- Processos claros: cada área sabe como o pedido, a compra e o recebimento acontecem no Odoo.
- Dados organizados: clientes, produtos e saldos estão atualizados e sem duplicidade.
- Permissões revisadas: cada pessoa tem acesso só ao que faz parte do seu trabalho.
Nenhum desses pontos é exclusivo da inteligência artificial. São os mesmos cuidados de uma boa implantação de ERP. A diferença é que a conversa mostra na hora o que está certo e o que está faltando.
Como a Deepstrat implanta a Stratum AI
Na Deepstrat, a Stratum AI faz parte do projeto de implantação do Odoo. A nossa equipe conduz o trabalho com a mesma lógica das outras etapas:
- Definimos com a empresa as perguntas e tarefas mais úteis para cada área.
- Conectamos a Stratum AI ao Odoo da empresa, respeitando os acessos de cada pessoa.
- Testamos os casos de uso com a equipe, usando a rotina real da empresa.
- Acompanhamos o uso depois da entrada em operação e ajustamos o que for preciso.
Assim, a conversa nasce ligada ao que a empresa realmente faz, e não a uma demonstração genérica.
Como saber se a sua empresa está pronta
Algumas perguntas ajudam a decidir se este é o momento certo. A equipe repete as mesmas consultas ao sistema todos os dias? Poucas pessoas concentram os relatórios? Informações importantes demoram a chegar a quem decide?
Se a resposta for sim para duas delas, a conversa tende a trazer ganho rápido. Se o Odoo ainda está em implantação, vale primeiro deixar os processos e os dados em ordem. A Stratum AI entra melhor sobre uma base organizada.
Erros comuns de quem começa
O primeiro erro é esperar que a inteligência artificial organize um processo que ainda não existe. Ela trabalha com o que está no sistema. Se o processo está confuso, a resposta também ficará confusa.
O segundo erro é deixar ações importantes saírem sem conferência. A aprovação da equipe evita mensagens no tom errado e registros alterados por engano.
O terceiro erro é começar por tudo ao mesmo tempo. Funciona melhor escolher poucas perguntas de alto uso, ver a equipe adotar e só então ampliar para outras áreas.
Conclusão
O ERP conversável muda a forma de usar o sistema, não o sistema em si. Em resumo:
- Você pergunta em linguagem simples e recebe a resposta com os dados da empresa.
- A conversa prepara o próximo passo, e a equipe confere e aprova cada ação.
- Cada pessoa vê pela conversa só o que já podia ver no Odoo.
Com a Stratum AI, a Deepstrat leva essa conversa para o Odoo da sua empresa com método. São casos de uso definidos por área, testes com a rotina real e acompanhamento depois da entrada em operação.
Quer conversar com o seu Odoo? Fale com a Deepstrat, parceira oficial Odoo no Brasil, em deepstrat.com.br.
